max wíllà morais

max wíllà morais, 1993, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Artista, escritora, graduada em Artes Visuais/ UERJ (2016) e mestranda em Educação/UFRJ (2019-2021). Participou recentemente das Residências Raquel Trindade, a Kambinda no Museu da História e Cultura Afro-Brasileira/RJ (2019-2020); Residência Arrebatrá no Centro Municipal Hélio Oiticica/RJ (2019/2020); Residência Entre nós pela Oá Galeria em parceria com o Mosteiro Zen Morro da Vargem Zenkoji/ES (2019); e Despina/RJ (2019). Publicou na Revista Buala com Jandir Jr o texto átimo de criação e tempo no museu-trabalho-e-trabalha-44h-semanais-e- (2019) e com sua tia Gracilene Guarani integra a coletânea Narrativas da experiência negra (org. Maria Gilda, 2019) com o Capítulo 1, das anotações para um livro. É colaboradora do Instituto Maria e João Aleixo em Pesquisa, Educação e Culturas em Periferias (2018). E em 2018 estreou com Diambe Daniel Santiso A poeira não quer sair do Esqueleto, documentário experimental exibido na Argentina, Brasil, Uruguai, Sibéria, Emirados Árabes e Índia, entre outros lugares. Atualmente está em exposição n'A gentil Carioca e no Museu de Arte do Rio. Seus trabalhos investigam histórias em acervos públicos, situações geográficas e relações materiais/imateriais com pessoas e coisas (visíveis e invisíveis), sobretudo se referindo aos encontros estranhos e familiares.