Pontogor

Pontogor (1981) nasceu no Rio de Janeiro. Vive e trabalha em São Paulo.
Sua pesquisa utiliza diversos meios como vídeo, fotografia, instalação, performance e música. Pontogor investiga os ruídos e o desgaste de imagens e sons, usando erros e acasos como ferramentas. Seu processo criativo se planifica desde o pensamento hermenêutico em direção à soluções sensoriais para plasmar problemáticas filosóficas sobre espaço e tempo.

Participou de residências artísticas como Batiscafo, em Cuba; Air Antwerpen, na Bélgica; Urra, em Buenos Aires, entre outras. Também faz parte da Cia. UEINZZ de teatro. Participou da 29a Bienal de São Paulo com Terreiro a pele do Invisível (2010); da exposição AI-5 50 Anos - Ainda não terminou de acabar (Instituto Tomie Ohtake, 2018) com curadoria de Paulo Miyada; Performance Arte Brasil (MAM-RJ, 2011) curada por Daniela Labra. Em 2007 ganhou o prêmio Prodem na Bienal Siart em La Paz, Bolívia com a vídeo/instalação Pianos. Dentre as individuais de destaque estão Frente à realidade, desisto (Paço das Artes, São Paulo, 2017); Ação (Centro Cultural Banco do Nordeste, 2010) com curadoria de Beatriz Lemos; Labirinto de Hermes no programa Hello.Again (Pivô, São Paulo, 2015) e Apenas uma Pedra (2018) na Sé galeria onde é artista representado.

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Pontogor (1981) was born in Rio de Janeiro. Lives and works in São Paulo.
His research uses diverse media such as video, photography, installation, performance and music. Pontogor investigates noises and deterioration of images and sounds, using errors and chance as tools of his work. His creative process is planned from hermeneutic thinking towards sensory solutions to shape philosophical problems about space and time.

He participated in artistic residencies such as Batiscafo, in Cuba; Air Antwerpen, Belgium; Urra, in Buenos Aires, among others. It is also part of the Cia. UEINZZ de teatro. Participated in the 29th Bienal de São Paulo with Terreiro a Pele do Invisível (2010); of the exhibition AI-5 50 Anos - Ainda não terminou de acabar (Instituto Tomie Ohtake, 2018) curated by Paulo Miyada; Performance Arte Brasil (MAM-RJ, 2011) curated by Daniela Labra. In 2007, he won the Prodem award at the Siart Biennial in La Paz, Bolivia for the video/installation Pianos. Among the prominent individuals are Frente à realidade, desisto (Paço das Artes, São Paulo, 2017); Ação (Centro Cultural Banco do Nordeste, 2010) curated by Beatriz Lemos; Labirinto de Hermes in the Hello.Again program (Pivô, São Paulo, 2015) and Apenas uma pedra (2018) at Sé gallery where he is a represented artist.