Pedro Victor Brandão

Nascido em 1985 no Rio de Janeiro. Vive e mora no Rio de Janeiro.

Desenvolve séries de trabalhos em fotografia, pintura, imagem em movimento e experimentos sociais que confrontam tradições artísticas em avaliações sobre o presente e o futuro do capitalismo através de pesquisas em economia, direito à cidade, cibernética e a atual natureza manipulável da imagem técnica. Em Totalidades (2019), técnicas de visualização de dados são usadas para apresentar dados sobre distribuição de renda e riqueza. Em Forjada (2019) o artista cria uma composição digital feita a partir de negativos documentando leilões de prataria nos anos 70. Nove impressões quadradas apresentam um modo de acumulação capitalista que já não encontra mais liquidez.
Graduado em Fotografia pela UNESA (2009), atendeu aos cursos livres da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2006-2010), da Universidade de Verão no Capacete (2012) e do CBAE (2019), todos no Rio de Janeiro. Foi premiado no 11º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, em 2010 e nomeado ao 11º Prêmio PIPA em 2020. Participou das residências Pivô Arte e Pesquisa (São Paulo, 2018), da Residência Artística FAAP (São Paulo, 2017), Lastro Centroamérica (Cidade do Panamá, 2015), Z/KU – Zentrum für Kunst und Urbanistik (Berlim, 2014), e Cité Internationale des Arts (Paris, 2012). Dentre as exposições individuais estão Pintura Antifurto (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2011) e Tela Preparada (Sé, São Paulo, 2016). Dentre as coletivas de destaque estão: Novas Aquisições 2012/2014 – Coleção Gilberto Chateaubriand (Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, 2014), Vivemos na melhor cidade da América do Sul (Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, 2017), DURA LEX, SED LEX (Centro Cultural Parque de España, Rosario, 2017), Take Me (I’m Yours) (Villa Medici, Roma, 2018) e O Rio é uma Serpente (III Frestas Trienal de Artes) (SESC, Sorocaba, 2021)...


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Born in 1985 in Rio de Janeiro. Lives and lives in Rio de Janeiro.
 
Pedro develops series of works in photography, painting, motion image and social experiments that confront artistic traditions in assessments of the present and future of capitalism through research in economics, the right to the city, cybernetics and the current manipulative nature of the technical image. In Totalidades (2019), data visualization techniques are used to present data on income and wealth distribution. In Forjada (2019) the artist creates a digital composition made from negatives documenting silver auctions in the 1970s. Nine square prints present a mode of capitalist accumulation that no longer finds liquidity.
Graduated in Photography at UNESA (2009), he attended free courses at the School of Visual Arts at Parque Lage (2006-2010), at the Universidade de Verão no Capacete (2012) and at CBAE (2019), all in Rio de Janeiro. He was awarded at the 11th Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, in 2010, and nominated to the 11th PIPA Prize in 2020. He took part at the Pivô Arte e Pesquisa residencies (São Paulo, 2018); at the FAAP Artistic Residency (São Paulo, 2017); Lastro Centroamérica (Panama City, 2015); Z/KU - Zentrum für Kunst und Urbanistik (Berlin, 2014), and Cité Internationale des Arts (Paris, 2012). Among the individual exhibitions are Pintura Antifurto (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2011) and Tela Preparada (Sé, São Paulo, 2016). He participated in many group shows, such as Novas Aquisições 2012/2014 - Gilberto Chateaubriand Collection (Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, 2014), Vivemos na melhor cidade da América do Sul (Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, 2017), DURA LEX , SED LEX (Centro Cultural Parque de España, Rosario, 2017), Take Me (I'm Yours) (Villa Medici, Rome, 2018 ), and O Rio é uma Serpente (III Frestas Trienal de Artes) (SESC, Sorocaba, 2021).